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Grã-Bretanha e Tecnologia de Foguetes

Grã-Bretanha e Tecnologia de Foguetes

O desenvolvimento de foguetes na Grã-Bretanha antes de 1939 era realmente muito maior do que se poderia esperar, dado o conservadorismo encontrado em todas as seções militares. Os americanos enviaram equipes para aprender sobre a tecnologia britânica de foguetes, tal era sua reputação.

No final de 1940, um foguete de três polegadas foi colocado em serviço. 128 desses pequenos foguetes poderiam ser disparados do que foi chamado de 'projetor'. Em maio de 1940, já havia sido decidido que esses foguetes deveriam ser usados ​​contra aeronaves alemãs. A empresa G A Harbey, em Greenwich, recebeu a tarefa de produzir em massa esses foguetes e, em setembro de 1940, mais de mil haviam sido fabricados. Em outubro de 1940, uma bateria de foguete foi formada liderada pelo major Duncan Sandys para defender Cardiff usando os foguetes de três polegadas. Em 7 de abril de 1941, o primeiro avião alemão foi derrubado por um desses foguetes. No final de abril, duas baterias de foguetes defendiam a cidade galesa. As baterias eram conhecidas como baterias 'Z' - na foto acima. Eventualmente, o 'UP-3' foi ligado a radar e equipamento que previa a trajetória de voo dos aviões. Quando explodiu, o foguete tinha um raio letal de 70 pés. O 'UP-3' também foi aumentado em tamanho para permitir o transporte de uma ogiva maior. Em dezembro de 1942, 91 baterias Z existiam no Reino Unido.

A Grã-Bretanha também desenvolveu mísseis ar-superfície. Estas foram uma modificação do 'UP-3' e tinham quase 6 pés de comprimento e são capazes de quase 1.000 mph. Em 1942, eles estavam sendo utilizados operacionalmente na Marinha Real, onde eram usados ​​principalmente contra submarinos. O exército recusou a ideia de tê-los como comandantes seniores do exército, considerando-os "supérfluos" aos requisitos. A Marinha Real continuou com o desenvolvimento do 'UP-3' e criou o sistema 'Mattress', usado em desembarques anfíbios. O sistema 'Colchão' foi usado com efeitos devastadores nos desembarques na Sicília e na Itália continental. Foi esse sucesso no 'ventre macio' da Europa Ocidental que convenceu o exército a adotar o 'UP-3' e uma versão do exército foi usada quando os exércitos britânico e canadense cruzaram o rio Reno.

No final da guerra, o 'Stooge' foi desenvolvido pelos britânicos. Ele foi projetado para atacar aviões, particularmente os kamikazes japoneses. O 'Stooge' era um míssil guiado por rádio com alcance de 8 a 9 milhas. Atingiu uma velocidade máxima de 500 mph e carregava uma ogiva de 220 lb.

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