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Forte Derawar: o que resta de uma outrora florescente civilização do deserto?

Forte Derawar: o que resta de uma outrora florescente civilização do deserto?

O Forte Derawar é um reduto localizado no que hoje é Bahawalpur, na província paquistanesa de Punjab. A história do forte remonta ao século IX DC, embora se possa acrescentar que só ganhou o seu aspecto actual vários séculos depois, durante o século XVIII.

Protegendo os viajantes

O Forte Derawar é uma das fortalezas localizadas no Deserto de Cholistan (conhecido localmente como Rohi), que fica ao lado da parte oeste do Deserto de Thar. Evidências arqueológicas sugerem que este deserto já foi irrigado pelo rio Hakra, cujo leito ainda pode ser visto na paisagem do deserto. Assentamentos, incluindo aqueles da Civilização do Vale do Indo, outrora prosperaram na região. Por volta de 600 aC, porém, o rio mudou seu curso e depois desapareceu no subsolo, transformando a paisagem em um deserto árido, impróprio para a habitação humana.

O Deserto do Cholistão.

Embora a área não mais suportasse assentamentos humanos, acabou se tornando parte da rota comercial que conectava a Ásia Central ao subcontinente indiano, bem como parte da rota de peregrinação entre a cidade sagrada islâmica de Meca e a Índia. Portanto, fortalezas como o Forte Derawar foram estabelecidas no Deserto do Cholistão para fornecer proteção aos mercadores e peregrinos que viajavam nessa rota e para servir como pontos de abastecimento de água para esses viajantes.

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A História do Forte

Além do Forte Derawar, outras fortalezas nesta rede de fortes que cortam o deserto do Cholistão incluem o Forte Marotgarh, o Forte Khangarh e o Forte Islamgarh. Algumas dessas estruturas ainda estão de pé hoje, embora outras tenham caído em ruínas. O Forte Derawar foi considerado o melhor exemplo sobrevivente neste grupo de fortes no deserto.

Derawar Fort. ( CC BY-SA 3.0 )

O Forte Derawar foi aparentemente construído durante o século 9 DC por Rai Jajja Bhatti, um governante Rajput do clã Bhatti. No entanto, outra fonte afirma que o forte foi construído por Rawal Deoraj, um Bhatti Rajput de Jaisalmir, que conquistou a área durante os anos 800 DC. Como uma homenagem a si mesmo, o governante Rajput mandou construir várias estruturas, incluindo o Forte Derawar. O nome do forte teria sido inicialmente Dera Rawal, em homenagem ao rei vitorioso. Com o passar do tempo, o nome do forte mudou para Dera Rawar e, finalmente, para seu nome moderno de Derawar.

O Forte Derawar construído por uma dinastia hindu de Bhatti Rajputs.

Morada dos Governantes Bahawalpur

Apesar disso, o Forte Derawar permaneceu nas mãos dos Bhatti Rajputs até o século 18, quando caiu nas mãos dos Abbasis, uma tribo que afirmava ser descendente dos califas abássidas. Em 1733, o forte foi capturado pelo Amir Sadeq Mohammad Khan I, o fundador do estado principesco de Bahawalpur. Embora o Abbasis tenha perdido o forte em 1747, ele foi recapturado em 1804.

O forte permaneceu como a residência no deserto dos governantes de Bahawalpur (que mais tarde adotaram o título de Nawab) até a década de 1970. O forte ainda está em posse dessa família e os visitantes que planejam entrar no forte precisam obter uma permissão especial do Amir (título adotado após a abolição do título de Nawab) de Bahawalpur para fazê-lo.

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Derawar Fort à noite. ( CC BY-SA 3.0 )

Foi o primeiro governante Abbasi de Bahawalpur que deu a Derawar Fort sua aparência atual. Depois de capturar esta fortaleza dos Rajputs, Amir Sadeq Mohammad Khan I mandou reconstruí-la. Este novo forte foi construído com tijolos de argila, com um circuito de paredes que mede 1,5 km (0,93 milhas) e eleva-se a uma altura de 30 m (98,43 pés).

Cada um dos quatro lados do circuito tem 10 bastiões circulares, todos decorados com padrões intrincados cortados no tijolo. Estas muralhas e baluartes são visíveis à distância e conferem ao forte uma presença imponente na paisagem desértica. O interior do Forte Derawar, no entanto, é menos espetacular hoje, pois a estrutura foi negligenciada e deixada para se deteriorar. Além disso, existe o risco de o monumento cair em ruínas, caso não sejam realizadas obras de conservação e preservação num futuro próximo.

Imagem em destaque: Vista do Forte Derawar. Fonte da foto: ( CC BY-SA 4.0 )


  • Forte de lahore
  • Baltit Fort
  • Rohtas Fort
  • Forte Ranikot
  • Derawar Fort

Dê uma olhada na história, arquitetura, interior, assim como os preços dos ingressos e a época desses antigos fortes no Paquistão.

Forte de lahore

O Forte de Lahore continua sendo uma das principais atrações turísticas da & # 8216City of Gardens & # 8217

Se você já esteve em Lahore, há uma boa chance de já ter visitado o impressionante Forte de Lahore localizado na Cidade Murada. Também conhecido como Shahi Qila, este antigo forte no Paquistão também é um dos locais históricos mais populares de Punjab.

História do Forte de Lahore

Embora a fundação do moderno Forte de Lahore tenha sido lançada em 1566 DC durante o reinado do imperador mogol Akbar, os historiadores afirmam que o local foi ocupado por uma estrutura fortificada mais de 500 anos antes disso. Na verdade, o estudioso e polímata iraniano Al-Biruni mencionou o forte em seus escritos durante o século XI. Em meados do século 13, os invasores mongóis destruíram a estrutura, que mais tarde foi reconstruída pelo sultão de Delhi Ghiyas ud din Balban, de acordo com alguns relatos históricos. Cerca de 150 anos depois, o sultão Mubarak Shah da dinastia Sayyid reconstruiu o castelo na lama vermelha após a devastação causada pelo exército do conquistador persa Amir Timur.

Enquanto o rei Akbar construiu o Forte de Lahore como o conhecemos hoje, seus sucessores também fizeram uma série de modificações no castelo durante seu reinado. No entanto, após a queda do Império Mughal na Índia, o fundador do Império Sikh, Maharaja Ranjit Singh, usou o forte como sua residência. Posteriormente, foi assumido pelas forças britânicas. Na época em que o Paquistão foi criado, o Forte de Lahore precisava de uma reforma séria.

Em 1981, as Nações Unidas declararam este forte histórico no Paquistão como Patrimônio Mundial da UNESCO.

Além disso, este famoso forte no Paquistão é conhecido por sua arquitetura e design únicos, pois inclui motivos islâmicos e hindus. Toda a estrutura se estende por uma área superior a 400 kanal e é um dos momentos mais emblemáticos da gloriosa era Mughal.

As principais estruturas dentro de Shahi Qila em Lahore incluem a luxuosa estrutura de mármore branco chamada Pavilhão Naulakha, que serviu como aposentos pessoais do Imperador Shah Jahan. Além disso, Sheesh Mahal de Lahore Fort é outra atração turística popular dentro do complexo. Embora encomendado por Shah Jahan, este pavilhão de mármore intrincadamente projetado com milhares de espelhos foi construído durante o reinado de Mughal Rule Jahangir. Uma parte de 350 pés de comprimento e 50 pés de altura do Lahore Fort & # 8217s Picture Wall, outra atração turística popular no Paquistão, está atualmente em reforma.

Horários do Forte de Lahore: 8h30 às 17h

Taxa de entrada do Forte de Lahore: PKR 30

(Os visitantes que desejam visitar Sheesh Mahal devem pagar PKR 100, além do preço do bilhete do Forte de Lahore.)

Baltit Fort

Não se esqueça de visitar este forte histórico durante sua viagem para Gilgit-Baltistan

Com vista para a bela cidade de Karimabad no pitoresco Vale de Hunza, o antigo Baltit Fort foi construído como parte do dote de uma princesa do Baltistão que se casou com um príncipe local.

História do Forte Baltit

Influenciado pelo antigo estilo arquitetônico tibetano, Baltit Fort em Gilgit-Baltistan remonta ao século 16.

Com o passar dos anos, mais espaço e comodidades foram adicionados à impressionante estrutura localizada no topo da colina. Na verdade, até 1945, este forte histórico no Paquistão serviu como residência principal dos Mirs de Hunza. No entanto, mais tarde eles se mudaram para outro castelo espetacular descendo a colina, por causa da preocupação de que o forte tivesse começado a decair.

Pouco depois disso, a Royal Geographical Society of London iniciou um programa de restauração para devolver um dos castelos históricos no Paquistão à sua antiga glória com a ajuda do Aga Khan Trust for Culture Historic Cities Support Program. A reforma foi concluída em 1996 e o ​​Baltit Fort foi transformado em um museu histórico sob a supervisão do Baltit Heritage Trust. Hoje é considerada uma das principais atrações turísticas do Paquistão.

A estrutura de pedra e madeira do Baltit Fort apresenta belos entalhes e alvenaria no estilo tradicional. A maioria das salas dentro do castelo são de um único andar, amplas e bem ventiladas. As escadas também são feitas de pedra.

Os visitantes também podem ver os antigos utensílios de cozinha feitos à mão usados ​​pela realeza das regiões do Baltistão na cozinha real curva, enquanto o pátio externo apresenta cabeças de vários animais montadas na parede, incluindo o raro Carneiro Marco Polo e íbex.

Como o Baltit Fort está situado no topo de uma colina, os visitantes precisam caminhar por uma estrada de pedra íngreme para chegar à entrada. Embora a caminhada possa ser longa e pareça cansativa para alguns, a vista cativante do forte definitivamente vale a pena.

Baltit Fort Cronometragem: 09:00 às 17:50

Taxa de inscrição no Baltit Fort: PKR 200

(O preço do ingresso inclui uma visita guiada detalhada.)

Rohtas Fort

O Forte Rohtas é considerado um epítome das fortificações militares da região

Um dos fortes mais famosos do Paquistão, Rohtas Fort foi construído pelo General Sher Shah Suri, o fundador da curta dinastia Suri no subcontinente indiano.

Esta formidável fortaleza foi construída entre 1541 e 1548 e está localizada perto da cidade de Dina, no distrito de Jhelum.

História do Forte Rohtas

Sher Shah Suri construiu o amplo castelo após a histórica Batalha de Chausa, onde o imperador mogol Humayun enfrentou a derrota nas mãos dos governantes pashtuns. Se você alguma vez visitar a bela cidade de Jhelum, no Punjab, precisará incluir o Forte Rohtas em seu roteiro de viagem.

Se você está se perguntando o que há de tão especial em Rohtas Fort, bem, para começar, nunca foi invadido ou conquistado pela força. Na verdade, é considerado um epítome das fortificações militares no sul da Ásia. Além do fato de que este forte histórico no Paquistão podia conter até 30.000 militares ao mesmo tempo, Suri escolheu uma colina elevada no Planalto Pothohar para construir este castelo para que suas forças pudessem ficar de olho na passagem para a região. Essa fortaleza militar pretendia apenas manter as forças mogóis à distância, mas também monitorar a tribo local Ghakkar.

No que diz respeito aos mecanismos de defesa, quase quatro quilômetros de paredes fortificadas cercam o Forte Rohtas. A estrutura possui 68 torres bastiões e 12 portões. O complexo interno abrigou uma pequena aldeia que ainda existe.

Em 1997, a UNESCO declarou esta fortaleza impenetrável em sua lista de Patrimônios da Humanidade no Paquistão. A organização descreveu o Forte Rohtas como um "exemplo excepcional da arquitetura militar muçulmana da Ásia Central e do Sul".

Os visitantes são aconselhados a obter os serviços de um guia local durante a viagem a um dos fortes mais históricos do Paquistão, pois há muitos contos associados ao castelo que tornariam a sua visita ainda mais memorável.

Tempo de Rohtas Fort: 8h00 às 21h00

Taxa de entrada do Rohtas Fort: PKR 20

(Os estrangeiros podem ter que pagar uma determinada taxa ou mostrar seu passaporte para entrar no forte.)

Forte Ranikot

Este forte amplo se tornou um destino popular para passeios de um dia saindo de Karachi

O Forte Ranikot não é apenas considerado um dos maiores fortes históricos de Sindh, mas talvez de todo o mundo. Também conhecido como "A Grande Muralha de Sindh", o forte Ranikot está situado perto da cidade de San, no distrito de Jamshoro, e tem cerca de 32 quilômetros de circunferência. Aqueles que viajam de Karachi podem chegar facilmente ao forte pela Rodovia Nacional. Levará cerca de uma hora para chegar a Sann de Karachi e depois mais 30 a 40 minutos para chegar ao antigo forte no Paquistão. Você também pode se juntar a um dos muitos grupos turísticos que oferecem viagens para o Forte Ranikot saindo de Karachi.

História do Forte Ranikot

O dilapidado Forte Ranikot, que está gradualmente se tornando uma das atrações turísticas populares no Paquistão, foi construído no início do século XIX. O vasto complexo do forte está localizado em uma área acidentada e possui vários portões, alguns dos quais ainda estão em boas condições. Se você entrar no forte pelo Portão de San, você pode até mesmo escalar a histórica parede de pedra e cal para uma vista panorâmica de toda a área.

Além da grande muralha fortificada em torno do Forte Ranikot nos três lados, os viajantes também podem visitar Meeri, uma pequena estrutura semelhante a um castelo dentro do forte que já abrigou a família real Mir. Há também outra fortaleza chamada Shergah nas montanhas, mas você precisará dedicar um dia inteiro para viajar e explorar essa estrutura sozinho.

Enquanto isso, durante sua visita a este forte histórico no Paquistão, não se esqueça de dirigir do desvio que leva a Meeri e, em seguida, caminhar uma pequena distância até Mohan Gate.

Junto com as esculturas intrincadas e os desenhos florais tradicionais nas paredes, os visitantes também podem ver bastiões em ruínas, torres de vigia e fortalezas menores dentro do complexo de Ranikot. Existem também três cemitérios antigos na área. Além disso, de acordo com os moradores, alguns fósseis pré-históricos e esqueletos de animais podem ser encontrados nessas colinas.

Tempo do Forte Ranikot: Aberto 24 horas

Taxa de inscrição no Forte Ranikot: Nenhum

Derawar Fort

A grande fortaleza quadrada remonta ao século 9

Você não pode compilar uma lista de fortes históricos no Paquistão sem mencionar o pitoresco Forte Derawar nem uma vez. Localizado a cerca de 100 quilômetros ao sul da cidade de Bahawalpur, em Ahmedpur East, este marco espetacular no Deserto do Cholistão remonta ao século IX.

História do Forte Derawar

O Forte Derawar foi construído por um governante hindu do estado de Rajasthan da Índia & # 8217 como uma homenagem a Rawal Deoraj Bhatti, o rei soberano da região de Jaisalmer e Bahawalpur. Os historiadores sugerem que a grande fortaleza quadrada foi inicialmente chamada de Dera Rawal, que mais tarde se transformou em Dera Rawar e depois em Derawar.

Em 1733, Nawab de Bahawalpur Sadeq Mohammad Khan I assumiu e reconstruiu o forte como está hoje. Quase 15 anos depois, o Nawab perdeu o Forte Derawar. No entanto, Nawab Mubarak Khan o recuperou em 1804, antes que as forças britânicas o invadissem e capturassem.

O dilapidado forte de tijolos vermelhos, que é visível por quilômetros no vasto deserto do Cholistão, é cercado por bastiões de 30 metros de altura, juntamente com paredes que medem mais de 1,5 km. Além disso, a origem de alguns dos sítios arqueológicos ao redor do forte pode ser rastreada até a Civilização do Vale do Indo. Os moradores afirmam que uma das passagens dentro do forte leva a um túnel ferroviário subterrâneo que conecta o magnífico Palácio Sadiq Garh em Bahawalpur a Derawar.

O forte ganhou uma nova fama nos últimos anos, à medida que acampar no Cholistão se tornou bastante popular entre os caçadores de aventura. Esses passeios não só permitem que as pessoas durmam sob as estrelas perto das paredes do Forte de Derawar, mas também apreciem a culinária e a cultura locais.

Tempo de Derawar Fort: Aberto 24 horas

Taxa de entrada do Derawar Fort: Nenhum

Para ler mais sobre os locais históricos do Paquistão, visite o Zameen Blog, o principal blog de estilo de vida no Paquistão.


Forte Derawar: o que resta de uma outrora florescente civilização do deserto? - História

Deserto de Cholistan

Muitos de nós podem ter ouvido falar sobre o deserto do Cholistão e seus arredores, mas por causa da falta de conhecimento, não sabemos nada sobre esta região longínqua do Paquistão. O Cholistão é um deserto e quase se estende por uma área de 26.300 quilômetros quadrados. Ele também está conectado ao deserto de Thar, que se estende até Sindh e depois para a Índia. O Cholistão é o único deserto que existe tanto no Paquistão quanto na Índia.

O significado de Cholistan é Land of the Desert porque a palavra & # 8220CHOL & # 8221 foi derivada do idioma turco, que significa deserto. O modo de vida do povo colistani é de tipo nômade ou semi-nômade, eles sempre se mudam de um lugar para outro e sua permanência é prolongada caso encontrem água e pastagens em abundância para seus animais.

A cultura do deserto do Cholistão é tão diferente e bonita que se destaca completamente. Os homens vestem turbantes de cores vivas e as mulheres vestem roupas de cores vivas com bordados muito discretos que é basicamente a especialidade da área. A maior fonte de renda é apenas a pecuária e seus afins. A demanda por leite, manteiga e gorduras animais é atendida a partir desta fonte. Cerca de 1,6 milhão de cabeças de gado são encontradas na área e podem ser facilmente aumentadas para um grande nível se apenas o governo colocar esforços especiais para melhorar a produtividade da área. Nos invernos, como os animais são menos numerosos e o clima torna-se difícil, eles mudam para vários ofícios artísticos, como tecelagem de tecidos, cerâmica e couro. A indústria de cerâmica está prosperando aqui devido ao seu solo rico e diferentes produtos como jarros, Surahies, copos e piyalas.

Um tapete de lã de super qualidade é produzido na área. Lindos tapetes, carpetes e outros itens de inverno são feitos com ele. Cobertores também são feitos para atender a demanda do inverno rigoroso, pois a temperatura cai abaixo do ponto de congelamento. A lã obtida de ovelhas é vendida para obter a receita. Diferentes tipos de produtos têxteis são produzidos na região, por exemplo, tecidos Khaddar e roupas de cama Khaddar de alta qualidade são feitos aqui.

A língua Seraiki é dominante lá, o que é um sabor do dialeto Lahnda ou agrupamento de Línguas Lahnda. Muitos poetas e santos sufis pertencem a esta região, como Khawaja Ghulam Farid, que escreveu muita poesia na língua Seraiki e ajudou a cultura deste lugar a se desenvolver.

O Forte Drawar é o principal marco do Deserto do Cholistão, localizado a 48 quilômetros de Dera Nawab Sahib (que já foi a sede e a residência dos governantes do estado de Bahawalpur). A área já foi bem irrigada pelo rio Ghaggar agora chamado de Hakra no Paquistão e conhecido nos tempos védicos como Sarasvati. Ao longo de 500 km de rio seco, existem mais de 400 sítios arqueológicos, que datam da civilização Indo, 4.500 anos atrás, e estão agrupados em torno do Forte Drawar. O deserto tem uma precipitação média de 5 polegadas por ano e há muito pouco cultivo. O forte Drawar é uma grande atração turística e atrai muitos estrangeiros por causa de seu patrimônio e suas ligações com uma das civilizações mais antigas da história do mundo, a Civilização Indus. Antes de se tornar uma atração turística, o Forte Drawar foi a residência do Nawab de Bahawalpur e ainda existem vestígios dos aposentos de Nawab no forte Drawar.

Encontra-se uma cadeia de fortes, construídos a intervalos de 29 km durante a viagem na Desrt do Cholistão, que provavelmente serviam como postos de guarda para as rotas de caravanas de camelos. Havia três fileiras desses fortes. a primeira linha de fortes começou em Phulra e terminou em Lera, a segunda de Rukhanpur a Islamgarh e a terceira de Bilcaner a Khaploo. Eles estão todos em ruínas agora, e você pode ver que foram construídos com paredes duplas de blocos de gesso e lama. Alguns deles datam de 1000 aC e foram destruídos e reconstruídos muitas vezes.

Perto do forte Drawar, o TDCP Cholistan Jeep Rally é organizado todos os anos desde 2005. Mais de 100 motoristas treinados no deserto com carros modificados competem neste rally e centenas de milhares de pessoas de todo o mundo vêm para ver isso. Esta foi uma grande iniciativa por parte do governo do Paquistão e este passo realmente introduziu esta terra como parte do Paquistão e com uma grande cultura própria.

O Paquistão é extremamente abençoado no que diz respeito à geografia. O Paquistão é um dos poucos países do mundo que tem picos montanhosos, uma grande porção de oceano ligada a ele, acesso a águas quentes o ano todo e desertos em uma área comparativamente pequena. Com todas essas bênçãos, o Paquistão ainda faz parte do 3º mundo e todos os países do 1º mundo, apesar de ter tanta área, têm muito menos que isso. Nosso patrimônio único e especialmente a cultura e estilo de vida dos desertos podem ser uma proposta de venda única para o Paquistão, e o povo paquistanês pode ganhar muitas receitas apenas promovendo o turismo nesses lugares.


Forte Derawar, Cholistan, Paquistão - março de 2008

A sudeste de Dera Nawab, na orla do Deserto do Cholistan, faça um passeio emocionante de Ahmadpur East ou Bahawalpur. O forte forte eleva-se sobre o semi-deserto circundante e é visível a quilômetros de distância. As enormes paredes, sustentadas por enormes contrafortes redondos, têm 40 metros (130 pés) de altura e 1,5 km (uma milha) de circunferência.

A viagem, apenas para veículos com tração nas quatro rodas, leva de uma a duas horas saindo de Ahmadpur East, dependendo do estado da estrada e da rota que seu guia escolheu para você. Os últimos 25 quilômetros (15 milhas) são através do deserto.

Há um forte em Derawar há pelo menos 5.000 anos, parte de uma longa cadeia que protegia a antiga rota de comércio da Ásia central ao subcontinente indiano. O forte foi capturado pela família Abassi do Raja Rawal Singh de Jaisalmar em 1733, quando o atual forte foi construído. Toda a área ao redor de Derawar já foi bem irrigada pelo rio Ghaggar (agora chamado de Hakra no Paquistão, e conhecido nos antigos tempos védicos como Sarasvati). Ao longo dos 500 quilômetros (300 milhas) do leito seco do rio estão mais de 400 sítios arqueológicos, a maioria datando da civilização do Indo. No século 18, 12.000 pessoas viviam na cidade abaixo das muralhas do forte. Até 1960, Derawar era irrigado por um canal, mas depois, sob o novo acordo internacional, a água do rio Sutlej foi desviada para a Índia e Derawar foi abandonado. O antigo canal está sendo limpo e novos canais cavados para re-irrigar a área em breve terras agrícolas irrigadas vão mais uma vez cercar Derawar, e uma estrada pavimentada irá conectá-lo a Ahmadpur Leste.

O forte é mais impressionante por fora do que por dentro. Comece seu passeio com um passeio de carro ou de camelo pelo lado de fora das paredes, que são sustentadas por 40 enormes contrafortes, dez de cada lado. Fora do canto nordeste há um poço e dois tanques de água onde Rohilas (Nômades) vêm de quilômetros de distância para dar água aos camelos e encher bolsas de pele de cabra. A entrada do forte fica a leste e é conhecida como defesa por uma enorme torre com posições de armas adicionadas durante a guerra de 1965 com a Índia. Nessa época, muitos dos prédios dentro do forte foram removidos para dar lugar ao campo de treinamento e desfile. No centro da área de parada estão dois canhões e uma seleção de balas de canhão de ferro e tiros de estilingue de pedra. Os edifícios restantes, todos do século 19, foram desocupados pela família do nawab em 1920 e agora estão abandonados. Tudo o que resta são os aposentos do nawab, um longo corredor com quartos de cada lado da seção feminina, atrás de uma porta trancada e muro alto e alguns quartéis de soldados. Como na maioria dos fortes subcontinentais, o pátio dentro das paredes é construído no topo de um labirinto de porões subterrâneos e masmorras. Em uma extremidade do pátio de desfile, escadas e um carrinho sobre trilhos levam aos porões abobadados, e se você olhar por cima do parapeito na parede sul, poderá ver os orifícios de ar que levam às masmorras.

O lugar mais agradável do forte é um pavilhão pintado no topo da torre nordeste e encimado por um mastro. Este é o melhor local para um piquenique, pois é confortável. Sombreado e fresco, e olha para os dois grandes tanques de água do lado de fora e é pintado de vermelho, azul, amarelo e verde.

A mesquita de mármore branco em frente ao forte foi construída em 1849 para o homem santo pessoal do nawab, Pir Ghulam Farid, cujo nome apareceu como que por mágica (e possivelmente com a ajuda de algumas gotas de ácido) os túmulos de mármore e azulejos azuis de os nababos e suas famílias ficam a algumas centenas de metros (jardas) a leste do forte. Os turistas não são permitidos dentro do complexo, mas há uma boa vista sobre a parede da tumba oblonga lindamente decorada dos nababos e oito túmulos abobadados de outros membros da família e esposas, incluindo o túmulo de mármore elegantemente abobadado da esposa inglesa do último nawab.


Fort Derawar (Cholistan) e # 8211 por Ijaz Baloch


Ao sudeste de Dera Nawab, na orla do Deserto do Cholistan, faça um passeio emocionante de Ahmadpur East ou Bahawalpur. O forte forte eleva-se sobre o semi-deserto circundante e é visível a quilômetros de distância. As enormes paredes, sustentadas por enormes contrafortes redondos, têm 40 metros (130 pés) de altura e 1,5 km (uma milha) de circunferência.

A viagem, apenas para veículos com tração nas quatro rodas, leva de uma a duas horas saindo de Ahmadpur East, dependendo do estado da estrada e da rota que seu guia escolheu para você. Os últimos 25 quilômetros (15 milhas) são através do deserto.

Há um forte em Derawar há pelo menos 5.000 anos, parte de uma longa cadeia que protegia a antiga rota de comércio da Ásia central ao subcontinente indiano. O forte foi capturado pela família Abassi do Raja Rawal Singh de Jaisalmar em 1733, época em que o forte atual foi construído. Toda a área ao redor de Derawar já foi bem irrigada pelo rio Ghaggar (agora chamado de Hakra no Paquistão, e conhecido nos antigos tempos védicos como Sarasvati). Ao longo dos 500 quilômetros (300 milhas) do leito seco do rio estão mais de 400 sítios arqueológicos, a maioria datando da civilização do Indo. No século 18, 12.000 pessoas viviam na cidade abaixo das muralhas do forte. Até 1960, Derawar era irrigado por um canal, mas depois, sob o novo acordo internacional, a água do rio Sutlej foi desviada para a Índia e Derawar foi abandonado. O antigo canal está sendo limpo e novos canais cavados para re-irrigar a área em breve terras agrícolas irrigadas vão mais uma vez cercar Derawar, e uma estrada pavimentada irá conectá-lo a Ahmadpur Leste.

O forte é mais impressionante por fora do que por dentro. Comece seu passeio com um passeio de carro ou de camelo pelo lado de fora das paredes, que são sustentadas por 40 enormes contrafortes, dez de cada lado. Fora do canto nordeste há um poço e dois tanques de água onde Rohilas (Nômades) vêm de quilômetros de distância para dar água aos camelos e encher bolsas de pele de cabra. A entrada do forte fica a leste e é conhecida como defesa por uma enorme torre com posições de armas adicionadas durante a guerra de 1965 com a Índia. Nessa época, muitos dos edifícios dentro do forte foram removidos para dar lugar ao campo de treinamento e desfile. No centro da área de parada estão dois canhões e uma seleção de balas de canhão de ferro e tiros de estilingue de pedra. Os edifícios restantes, todos do século 19, foram desocupados pela família do nawab em 1920 e agora estão abandonados. Tudo o que resta são os aposentos do nawab, um longo corredor com quartos de cada lado da seção feminina, atrás de uma porta trancada e muro alto e alguns quartéis de soldados. Como na maioria dos fortes subcontinentais, o pátio interno das paredes é construído no topo de um labirinto de porões subterrâneos e masmorras. Em uma extremidade do pátio de desfile, escadas e um carrinho sobre trilhos levam aos porões abobadados, e se você olhar por cima do parapeito na parede sul, poderá ver os orifícios de ar que levam às masmorras.

O lugar mais agradável do forte é um pavilhão pintado no topo da torre nordeste e encimado por um mastro. Este é o melhor local para um piquenique, pois é confortável. Sombreado e fresco, e olha para os dois grandes tanques de água do lado de fora e é pintado de vermelho, azul, amarelo e verde.

A mesquita de mármore branco em frente ao forte foi construída em 1849 para o homem santo pessoal do nawab, Pir Ghulam Farid, cujo nome apareceu como que por magia (e possivelmente com a ajuda de algumas gotas de ácido) os túmulos de mármore e azulejos azuis de os nababos e suas famílias ficam a algumas centenas de metros (jardas) a leste do forte. Os turistas não são permitidos dentro do complexo, mas há uma boa vista sobre a parede da tumba oblonga lindamente decorada dos nababos e oito túmulos abobadados de outros membros da família e esposas, incluindo o túmulo de mármore elegantemente abobadado da esposa inglesa do último nawab.


Preservando a história: locais de Harappa e Fort Derawar a serem conservados

O Departamento de Arqueologia do Punjab concluiu quase 38 por cento do trabalho na construção de uma fronteira, modernização das instalações e trabalho de conservação do sítio arqueológico Harappa, disse o oficial subdivisional de Arqueologia Ghulam Muhammad na terça-feira.

O SDO disse que a construção do muro de limite do local estava pendente há décadas porque o departamento não possuía a posse legal dos terrenos escavados anexados ao museu. O problema foi resolvido depois que os governos federal e de Punjab liberaram quase INR 194 milhões para adquirir as terras, disse ele.

Ghulam Muhammad disse que Rs85 milhões foram alocados para construir uma cerca de seis pés de altura e um muro de limite de 3,5 quilômetros para o local. A trilha de 1,3 quilômetros de comprimento no monte arqueológico estava sendo reparada e ladrilhos duros estavam sendo usados ​​para pavimentar a área em frente ao Museu Harappa.

O SDO disse que Rs33 milhões estão sendo gastos na conservação e restauração de vestígios arqueológicos, uma extensão da galeria do museu, manutenção e nivelamento de gramados, instalação de luzes de segurança nas instalações do museu, letreiros para turistas locais e estrangeiros, fornecimento de água potável e bancos, beneficiação de instalações sanitárias e sanitários, construção de refeitório e aquisição de mobiliário para casa de repouso.

Ghulam Muhammad disse que o local do Harrapa mede 175 acres e quase 50.000 pessoas o visitam a cada mês.

Ele disse que a Ministra do Turismo, Rana Mashhood, instruiu o departamento a instalar um portão de entrada especial com motivos e características de alguns dos antigos portões escavados no local. Ele disse que duas grandes estátuas de unicórnios também seriam colocadas no local.

O sítio Harappa no distrito de Sahiwal rendeu relíquias da Idade do Bronze. A cidade outrora fortificada fazia parte da Civilização do Vale do Indo, centrada em Sindh e no Punjab. Acredita-se que a cidade teve até 23.500 residentes e ocupou cerca de 150 hectares (370 acres) durante a fase madura de Harappan (2600-1900 aC) .APP

Fort Derwar

Funcionários do Departamento de Arqueologia disseram que sob um projeto de conservação de INR 6 milhões, uma porção de 19 pés de largura da parede limite e o bastião de 62 pés de largura do Forte Derawar seriam restaurados até uma altura de 75 pés.

Eles disseram que a quantia foi liberada para o Departamento de Arqueologia. Após a sanção técnica do esquema, o processo de licitação terá início, disseram. O trabalho de conservação deve, com sorte, começar dentro de 30 ou 45 dias, disseram as autoridades.

They said three bastions and two segments of the fort’s 80-feet high and 8-9 feet thick boundary wall had been badly damaged due to extreme weather and time. Though the damage had been reported a while back, funds were hard to come by, they said.

The Bahawalpur Archaeology SDO said that the east-south bastion, a 32-foot long portion of one of the walls, a 19-foot long portion of another wall along Derawar Fort were in desperate need of restoration work.

“A portion of the wall will be renovated with the funds released recently and the remaining work will be put off for when we get funds again,” the official said.

The fort is located at the edge of Cholistan desert in Bahawalpur district. A report of the Punjab Archaeology Department says there has been a fort at Derawar for nearly 5,000 years to protect the trade route from central Asia to the subcontinent. The fort, as it exists today, was captured by the Abassi family from Raja Rawal Singh of Jaisalmer in 1733 – around the time the fort was built, the report says.

The fort is supported by 39 enormous buttresses (bastions), with four on each corner, nine on three sides – West, South and North – and eight on the eastern side. The fort is now a tourist attraction and is a nice place for a picnic.


Derawar Fort: What Remains from a Once Thriving Desert Civilization? - História

Thomas Jefferson has some merits when he said “I like the dreams of the future better than the history of the past” but David McCullough was spot on with, “History is Who we are and Why we are the way We are”.

I think the inspiration we get from our past, guides us to build not only our today but also shapes our future as well. So is the case with Pakistan, marching forward to its bright Future on the heals of its glorious Past.

Pakistan is a treasure house of ancient heritage. Some of these sites are well preserved and remaining are just piles of old dirt and histories, but our archaeologist are trying hard to stabilize and conserve these treasure coves so that they can survive for some more centuries..

Today I am going to uncover some of the interesting facts about history of Pakistan which I personally feel have a common interest for the people of Asia and it has the power to bind them in cohesion and friendship…

Pakistan, though young in the comity of nations, has a rich and varied history spanning a period of over 9000s years. The people of Pakistan have been around for a long time, much before the Partition, much before the Medieval Mughuls, much before Muhammad bin Qasim, much before Islam, and much before the emanation of Vedic cultures. Pakistan has a history of over 9000 years, all of which have a unique link with the Indus River Balochistan’s Mehrgarh (7000 BC), Khyber Pakthunkhwa’s Rehman Dheri (4000 BC), Punjab’s Harappa (3000 BC) and Sindh’s Mohenjodaro (2500 BC) combined have more than 50,000 rock carvings and over 10,000 inscriptions. Many other heritage sites ranging from the Neolithic period in present-day Gilgit Baltistan and the the ancient Sharda University in Azad Jammu & Kashmir are also worth mentioning the generations that have thrived on this soil and left their footsteps for generations to come.

There are a number of sites in Pakistan that were once home to great and ancient civilizations. This blog is first part of “Glorious Past Series” that will cover the most important ancient civilizations… So lets start with some of Gems from the Past:

Taxila is the main site to Buddhism. The budda himself spent 40 years of his life travelling and teaching in this part of northern Pakistan and many say that it is from here where modern budhism takes his routes. The greeks came to Pakistan under conquerer Alexander the great.

They built taxillas first city the Sirkap. This city was built according to the ancient capital of Athens. Sirkaps history spans about 1000 years and different empires conquered and rebuilt it. This city was a home to greatest university for law,medicine and history on the Subcontinent. This city has such a beautiful architectural plan that was so ahead of its time that it was copied and put to use when Islamabad was built.

The remains of this city are located in Balochistan Pakistan.It is the earliest known farming settlement in Southasia and also has earliest evidence of pottery.The people here lived in organized houses of red mud and raised domesticated farming animals. But later on because of water drying in rivers the people move to other areas like Mohenjodaro and Harrapa.the indus valley civilization has its roots here as the archelogists have linked Harrapans genesis to Mehrgarh.

Around 3500-3000 B.C, another civilization came into being while the Indus Valley Civilization was just underway. Located about 22 km south of Khairpur in the Sindh of province, Pakistan, the Kot Dijli site is some 60 km away from Mohenjo-daro.
Excavated in 1955, the site’s culture is characterized by the use of the red-slipped globular jar with a short neck painted with a black band. During the peak of this civilization, the region was divided into two the citadel and the lower town.

MOHENJODARO:

The ancient city of Mohenjodaro is one of the first urban centers in human history.It lies in the southern Pakistan indus valley and is the best preserved city of indus civilization.It was built in 2500 B.C and it spanned about 500 acres.It was divided into two districts the citedal and the lower town. The citadel is home to the city exceptional monuments including the great bath. Mohenjodaro has a sophisticated water system baths and toilet systems and the town has an elaborate sewage system and it also had fresh water in 700 wells. The lower town demonstrated the egalitarian structure.It had a population between 20,000 and 40,000.After 600 years the city collapsed. This city was rediscoverd in 1911.

Harappa is situated 35 km from Sahiwal and around 250 km from Lahore in the province of Punjab. It was from here that the remains of the Indus Valley Civilization were first discovered that eventually led archaeologists to Mohenjodaro. Though some of the remains of Harappa were destroyed, several cemeteries have been excavated to reveal much about the Harappan culture.
There seem to be have been a series of cities. With a similar layout and designs of citadel and granaries, Harappa looks like Mohenjodaro and appears to have been most populated around in 2000 to 1700 B.C. também. The economy appears to have been agriculture and trade oriented.
Many of the dead were buried wearing a variety of jewelry and other ornaments, such as rings, along with earrings and bangles. Some of the females had anklets of tiny beads and girdles studded with semi-precious stones.

REHMAN DHERI:

It is a pre-Harappan site, and dated about 4000 B.C. It is located 22 km away from Dera Ismail Khan in the Khyber-Pakhtunkhwa Province. It is considered to be one of the oldest urbanized centers in South Asia that we know of.
It appears to have once been a large walled rectangular city with a grid iron network. The location of a number of small-scale industrial areas can be seen occupied by eroding kilns and scatters of slag. .
There are not many remains at Rehman Dheri except for thousands of broken utensil bits and stone. It seems to have been left by its inhabitants in the middle of the third millennium B.C. The plan of the Early Harappan settlement is therefore completely undisturbed by later developments in civilization that took place at the other sites and hence represents the beginning of urbanization in South Asia.

It is comparatively a new civilization, the regions comprising Northern Punjab, Peshawar valley and Eastern Afghanistan was known as Gandhara. For a long time it remained the meeting place of various ancient cultures, as it was rule by many rulers. A distinctive art which is known as Gandhara Art took place from here and flourished during the 2nd and 3rd century of Christian era. Thousands monasteries and stupas were widely here Buddha’s figures, shapes and monasteries all made prominent features of Gandhara Arts.

ROHTAS FORT:

Rohtas is a historical fort in the Potohar region. It is located at a distance of 16kms from Jhelum city. It was constructed on a hillock where Kahan river meets to an another rainy stream Parnal Khas. The fort is about 300 feet above its surroundings.It is 2660 feet above sea level and covers an area of 12.63 acres. It was build by Sher Shah Suri, due to the rebellious tribes of the northern Punjab region in the 16 th century. It took 8 years to built the Rohtas Fort but it was recaptured by local tribes and then it become the capital of Gakhars.It was captured by Mughal emperor Humayun in 1555. Rohtas Fort is an outstanding example early Muslim military architecture in the South Asia. Also have a profound influence on the development of architectural styles in the Mughal Empire.

DERAWAR FORT:

Derawar fort is a large square fort which is located in Ahmadpur East Tehsil,Punjab.It is approximately 100km south from the city of Bahawalpur.The Derawar fort is visible for many miles in the Cholistan Desert. The fort was built by Rai Jajja Bhatti, which is a Rajput ruler of the Bhatti clan. This fort was constructed in the 9 th century A.D as a tribute to Rawal Deoraj Bhatti. In the 18 th century, the fort was taken over by the Muslim nawabs of Bahawalpur. It was later renovated by the Abbasi rulers. This historical fort is presents at an enormous and impressive structure in the heart o Cholistan desert, but it needs immediate preventive measures for preservation.

NOOR MAHAL AND GULZAR MAHAL:

Noor and Gulzar Mahal are the most elegant buildings in Bahawalpur which is built in the Italian style. Noor Mahal, is a five star luxury hotel, and is inspired by India’s rich heritage and shows the royality created by Indian Maharajas over the centuries.Noor Mahal is one of the hidden gems of Bahawalpur, due to the lack of publicity.But now this palace is open to public and is under the control of Pakistan Army and is used as a guest house and attending meetings with foreign delegations.The construction of Noor palace was undertaken by Nawab Sadiq Muhammad Khan. Mr.Heenan. an Englishman was the state engineer. The foundation of Noor palace was laid in 1872.

HIRAN MINAR SHEIKHUPURA PUNJAB:

Hiran minar is located near Lahore in Sheikhupura, Pakistan. It was constructed by the Emperor Jahangir as a monument to Mansraj. The structure consists of large, almost square water tank with an octagonal pavilion in its center and was built during the era of Mughal emperor Shah Jahan. Another feature of Hiran Minar is its location and environment. The top of the minar is the best place in the Punjab province to get the feel for the broader landscape and its relationship to the Mughal site. To the north of the minar, one can see a patch of forest which is similar tp the forests in the Mughal times.

It is located just outside of Thatta. Makli Hill is the greatest Muslim structure existing today. It is the site of Sindh province and has a golden era which lasted across four centuries from 14 th to 18 th . There is evidence of extreme grandeur style, with colorful mosaic detailing and decorative patterns carved into the stone. Approximately half a million tombs and graves are dotted within this six square mile site.

RANIKOT FORT:

Ranikot fort is a historical fort in Sindh province of Pakistan. It is also known as great wall of Sindh and is the world’s largest fort with the circumference of approximately 26km or 16 miles. Fort is located in Lakki mountains of the Kirthar region to the West of river Indus. The main purpose and architects of Ranikot Fort are still not found. Some archaeologists attribute it to Arabs or it can possibly built by Persion noble under the Abbasides by Imran Bin Musa Barmaki who was the Governor of Sindh in 836.

SHALIMAR GARDEN:

It was sometimes written as Shalamar Garden, It was a Pakistani garden and was built by the Mughal emperor Shah Jahan in Lahore. The project management was carried out under the superintendence of Khalilullah khan, in cooperation with Ali Mardan khan. It is located near Baghbanpura along the Grand trunk road some 5 kilometers from main city of Lahore. Shalimar Gardens draws inspiration from Central Asia, Kashmir and West Punjab. The site of Shalimar Garden was originally belonged to one of the noble Zaildar families in the region, well known as Arain Mian family, Baghbanpura.

WAZIR KHAN MOSQUE:

Wazir khan mosque is located in Lahore, Pakistan and is famous for extensive title work.It has been described as a mole on the cheek of Lahore. It was built in seven years starting around 1634-1635 AD, during the era of Mughal emperor. This mosque was built by Hakim Shah Ilm-ud –din Ansari, a native of Chiniot, who was the court physician to Shah Jahan and a governor of Lahore. He was commonly known as Wazir khan.This mosque is located in the inner Lahore and is accessible from Delhi gate.This mosque gives some of the finest examples of Qashani title workfrom the Mughal period. Inside the mosque lies the tomb of Syed Muhammad Ishaq, who is also known as Miran badshah, who migrated from Iran and then settled in Lahore.

ANARKALI TOMB:

The tomb of Anarkali is located on the grounds of Lahore’s Punjab Civil Secretariat complex near the British-era Mall, southwest of the Walled City of Lahore. It is considered to be one of the earliest Mughal tombs still in existence, and is considered to be one of the most significant buildings of the early Mughal period. [1] The building is currently used as the Punjab Archives, and public access is limited. Construction of the tomb dates to either 1599 C.E., or 1615 C.E. [2]

The tomb was said to be built by the Mughal Emperor Jehangir for his love Anarkali, who as per legend, was caught by Emperor Akbar for exchanging glances with Jehangir, at the time known as Prince Saleem. Anarkali was reportedly a concubine of Emperor Akbar, and this action reportedly enraged the Emperor Akbar so much, that he had Anarkali interred alive in a wall. When Prince Saleem ascended the throne and took the name “Jehangir,” he is reported to have ordered the construction of a tomb over the site of the wall in which Anarkali was reportedly buried. [3]

Eighteenth-century historian Abdullah Chagatai reported that the tomb was not the resting place for Anarkali, but instead for Jehangir’s beloved wife Sahib-i-Jamal Begum. [4] Many modern historians accept the credulity of this account. [5] The building is currently used as the Punjab Archives, so access to the public is limited.

and the list goes on… Exploring the rich heritage of Pakistan requires some dedicated time and passionate.. So go ahead and customize your tour with us so that we can take you to the forgotten world

(All pictures are attributed to lawful owners, distributed under creative common agreement by Wikipedia)


These 6 forts of Pakistan are a must visit once in your lifetime

There are many locations in each province of the country which are relatively unknown.

As the weather is changing and the pleasant atmosphere demands traveling to wonderful outdoor places. Apart from northern areas, Here were are guiding you with the list of these castles and forts of Pakistan.

You will love visiting these sites with your loved ones:

Baltit Fort:

located in the scenic Hunza Valley, Baltit Fort was built in the 8th CE, it has been on the UNESCO World Heritage Tentative list since 2004.

Derawar Fort:

Qilla Derawar is a magnificent beauty in the Cholistan Desert. It is located 130 km south of the city of Bahawalpur. The best time to see it is in February during the famous jeep rally. This fort is a beauty in the mighty desert.

Ranikot Fort :

Sindh too has its own share of fort glory in the form of Ranikot Fort which is located near Sann in Jamshoro District. It is also known as known as "The Great Wall of Sindh" and is believed to be the largest fort in the whole world.

Lahore Fort :

This is a citadel in the city of Lahore, located at the northern end of the famous walled city. It is spread more than 20 hectares and is a remarkable reminder of the glory and downfall of the Mughal empire.


Discover Hidden History at these 8 Archaeological Discoveries In Idaho

While Idaho’s ruins and ancient artifacts are no match for the behemoth figures of the Eastern Hemisphere, our archaeological finds are impressive in their own regard. Tools, artwork, and fragmented remains gradually reveal our state’s primitive, ancient, and Native American histories, inciting curiosity with every new piece of the puzzle. While too vast and numerous to list below, many of these discoveries (and thousands more) are preserved at the Idaho Museum of Natural History for your in-person viewing and educational pleasure. These archaeological discoveries in Idaho incite curiosity about the Gem State’s ancient history and role in the development of civilization.

Pictographs are a type of aboriginal artwork made on rock surfaces with colors most commonly obtained from vegetable dyes. These priceless images are scattered throughout Idaho, but are found primarily north of the Snake River -- the most infamous being the large Priest Lake Indian Pictographs which can be toured by boat. Thought to have been made by the Kalispel tribe, legend has it that a young priest intervened to prevent bloodshed between two quarreling Indians and was thrown from the cliff. His death is said to be recorded in the painting shown above.

These images are of vast historical significance due to their evolutionary recording of local eating habits, tribe interactions, and hunting practices. The Priest Lake Historical Photograph Collection offer a glimpse into another era.

In 1889, Nampa became the center of controversy when drill workers discovered a small clay figurine in sediments brought up from 300 feet below the surface. The figure, later called the "Nampa Image" or "Nampa Figurine," measures 48 mm long and is modeled in the shape of a human with a visible head and appendages. Some claim it to be the most important discovery in the Northwest to date, while skeptics have considered the figurine a hoax -- its depth and formation suggests an ancient civilization far more advanced than previously thought possible. Today the miniature is a historical curiosity.

For more information, check out the Smithsonian's Bureau of American Ethnology. Archaeology World explores the idea of relic vs. hoax and what’s the most credible explanation.

Incredible! Idaho’s history is just beneath the surface (and sometimes above it), but it’s always amazing when something is revealed that raises new possibilities and questions about our past. These archaeological discoveries in Idaho are fascinating relics of our wonderful state’s past.

How many of Idaho’s museums have you been to? Do you have a favorite exhibit or archaeological piece? Let us know in the comments below!

If you’re looking to learn more about Idaho’s great history, then you need to check out these 10 Unique Historical Places You Absolutely Must Visit In Idaho.


Top Tourist Attractions in Punjab

These are some of the some popular as well as historical places to visit in Punjab. So, if you love travelling, make sure to add these tourist attractions to your travel bucket list.

  • Badshahi Mosque
  • Lahore Fort
  • Minar-e-Pakistan
  • Shalimar Gardens
  • Katas Raj Temple
  • Noor Mahal
  • Derawar Fort
  • Rohtas Fort
  • Khewra Salt Mine
  • Hiran Minar

Let’s take a further look at each of these famous places in Punjab.

Badshahi Mosque

Badshahi Mosque is one of the biggest and oldest mosques in Pakistan

When it comes to the most renowned historical places in Punjab, Badshahi Mosque is probably the first name that pops into your mind, right? Located in the Walled City of Lahore, the majestic Badshahi Mosque is considered one of the largest mosques in Pakistan with the capacity to accommodate about 1 lakh people at the same time.

The stunning mosque was constructed during the rule of Mughal Emperor Aurangzeb and was connected to the magnificent Lahore Fort through its Alamgiri Gate.

The structure of the Badshahi Mosque reminds one of the splendour and craftsmanship of the Mughal architecture in the subcontinent. Situated atop an elevated platform, the imperial mosque features symmetrical design and boasts four tall minarets flanking the main prayer hall with four additional minarets surrounding the sprawling courtyard. The beautiful embellishments on the walls and ceilings of the mosque, the intricate mosaic art, extravagant hand-painted murals as well as gorgeous stone and marble work illustrate the splendour of the Mughal Empire.

Though Badshahi Mosque suffered major damage during the British rule, it underwent an extensive renovation in the 1960s and is now known as one of the top tourist attractions in Punjab.

Localização: Walled City of Lahore, Lahore

Timings: 8:00 AM to 8:00 PM

Entry Fee: Nenhum

Lahore Fort

Lahore Fort is one of the top tourist destinations in Punjab

If you have ever visited Lahore, there is a good chance that you have already taken a trip to the centuries-old Lahore Fort located in the Walled City next to Badshahi Mosque. More popularly known as Shahi Qila, it is one of the most historic forts in Pakistan. It also enjoys the status of being one of the six UNESCO World Heritage Sites in Pakistan.

As the history books suggest, the site where this fort is located once housed a fortified structure that was mentioned in the writings of Iranian scholar and polymath Al-Biruni back in the 11 th century. Some 200 years later, after the Mongol armies invaded the area and destroyed the stronghold, Sultan of Delhi Ghiyas ud din Balban rebuilt it. However, the structure was damaged yet again during the invasion of Persian Conqueror Amir Timur. Historians claim Sultan Mubarak Shah of the Sayyid Dynasty rebuilt it.

However, it was Mughal Emperor Akbar who laid the foundation of the modern Lahore Fort in 1566 AD. The fort, as we know it today, went through major modifications under the rule of King Akbar’s successors. After the downfall of the Mughal Empire, Maharaja Ranjit Singh of the Sikh Empire lived in this fort before it was taken over by the British Armies. Following the creation of Pakistan, Lahore Fort underwent major restoration work and was later declared a UNESCO World Heritage Site.

The most prominent features of this iconic fort include the lavish personal chambers of Emperor Shah Jahan called Naulakha Pavilion, the intricately designed Sheesh Mahal, and the famous Picture Wall.

Localização: Walled City, Lahore

Timings: 08:30 AM to 05:00 PM

Taxa de entrada: PKR 30 + PKR 100 Sheesh Mahal

Minar-e-Pakistan

Minar-e-Pakistan commemorates the historic signing of Pakistan Resolution in 1940

Minar-e-Pakistan is one of the most important and historically significant places to visit in Lahore. Standing tall at approximately 230 feet, this stunning tower is situated in the beautiful Iqbal Park – formerly known as Minto Park – in the heart of Lahore. Also known as the ‘Tower of Pakistan,’ this landmark commemorates the momentous occasion when the Pakistan Resolution (Qarardad-e-Pakistan) was signed on March 23 rd , 1940, during a session of All India Muslim League. This historic resolution led to the creation of Pakistan and is celebrated each year as ‘Pakistan Day.’

Minar-e-Pakistan was designed by Naseer-ud-din Murat Khan and represents a brilliant fusion of traditional Islamic architecture and contemporary design. The minaret has a star-shaped base built approximately 26 feet above the ground with a sky-high 203-feet tall structure situated on top of it. The tower has a diameter of about 32 feet.

The bottom part of Minar-e-Pakistan is shaped like the blossoming petals of a flower. The base of the tower comprises four platforms depicting different phases of the creation of Pakistan, while the stone walls of Minar-e-Pakistan feature verses from the Holy Quran, the 99 attributes of Allah, the text of the historic Pakistan Resolution as well as works of Quaid-e-Azam Mohammed Ali Jinnah and national poet Allama Iqbal.

Localização: Iqbal Park, Lahore.

Timings: 8:00 AM to 9:00 PM

Taxa de entrada: Nenhum

Shalimar Gardens

Shalimar Gardens are among the only surviving garden complexes built during the Mughal era

One of the only remaining gardens built during the Mughal reign in the once-imperial city of Lahore, Shalimar Gardens were added to the list of UNESCO World Heritage Sites in 1981 along with Lahore Fort. It was commissioned by Mughal Emperor Shah Jahan in the 17 th century and is considered one of the top tourist attractions in Punjab. The design of these gardens, also known as Shalimar Bagh among the locals, was heavily influenced by the Shalimar Gardens in Kashmir, which were constructed by Emperor Jahangir, Shah Jahan’s processor and father.

The beautiful garden, which is among the most popular picnic places in Lahore, is located nearly 5 kilometer away from the Walled City of Lahore. The site of the gardens originally belonged to the Arain Mian family, who were granted the custodianship of the beautiful imperial garden by the emperor. Shalimar Gardens remained under the governance of Arain Mian family for over 350 years before it was nationalized in 1962 by General Ayub Khan.

Shalimar Gardens in Lahore are one of the most exquisite examples of landscaping, craftsmanship and engineering from the Mughal era. It is spread over 16 hectares of land and built in the style of Persian paradise gardens, considered a “microcosm of an earthly utopia” as per the historians. The gardens feature several levels, which each of them approximately 13 to 15 feet higher than the previous one.

The top terrace is shaped like a square and is called Bagh-e-Farah Baksh and features 105 fountains. The second and third terraces are known as the Bagh-e-Faiz Baksh, comprising 152 and 153 fountains respectively. The second terrace is shaped like a narrow rectangle while the third terrace mirrors the uppermost in its shape.

Localização: Shalimar Chowk, G. T. Road, Shalimar Town, Lahore.

Timings: 8:00 AM to 6:00 PM

Taxa de entrada: PKR 20

Katas Raj Temple

The picturesque Katas Raj Temple complex was built around 1500 years ago

Katas Raj is a complex of seven ancient temples surrounding a pond considered sacred by Hindus. It is believed to have been constructed some 1500 years ago.

Located near Chakwal, these temples are located a little over a two-hour drive away from Islamabad, covering around 260 kanal of land. Until a few years ago, this site represented just another forgotten piece of history, though it started to gain traction over the past few years and is now considered one of the top one-day trip places in Punjab, especially among photographers and history-lovers.

The Katas Raj Temples hold immense significance in the Hindu mythology, as it is believed the bluish-green water of the pond, formed by the tears of Lord Shiva, which he shed following the death of his wife, washes away one’s sins. The remains of a Buddhist stupa can also be seen in the area along with some newly built structures.

Although the dilapidating and vastly ignored temple complex is being restored, the heavy vegetation around the temples and the tranquillity of the area makes it one of the most renowned tourist destinations in Punjab.

Moreover, this conglomeration of temples is one of the largest sacred sites for the followers of Hindu religion in Punjab.

Localização: Kalar Kahar Road, Katas, Chakwal

Timings: Open 24 hours

Taxa de entrada: Nenhum

Noor Mahal

Noor Mahal in Bahawalpur is also called ‘Palace of Lights’

Standing proudly in the middle of a well-landscaped garden, the spectacular Noor Mahal is one of the most stunning reminders of the affluence of the Nawabs of Bahawalpur. Also known as the ‘Palace of Lights,’ this palatial building is situated a 3-hour drive away from Lahore in the once-princely state of Bahawalpur. The awe-inspiring Italian-style royal palace, which is presently being managed by the Pakistan Army, is one of the most noteworthy cultural heritage sites in Punjab.

The foundation for Noor Mahal was laid by Nawab of Bahawalpur Sir Sadiq Muhammad Khan IV in 1872. It was completed in 1875 and cost around PKR 12 lakh at the time. As the story goes, the nawab, who was also known as the ‘Shah Jahan of Bahawalpur’ for his interest in architecture, had built this lavish double-storey palace for his wife. However, after she refused to live there due to the close-by Basti Maluk Graveyard, Noor Mahal served as a guest house for other members of the royal family of Bahawalpur, dignitaries and other prominent personalities. Occasionally, Noor Mahal was also used as a State Court.

The luxurious Noor Mahal, one of the most renowned historical buildings in Punjab, covers an area of 8 kanal and comprises two floors and a basement. The palace has 32 rooms in total, each of them boasting an extremely lavish décor, beautiful carpets, extravagant curtains, gorgeous ornaments and other fixtures. The architecture of the building features design elements from both the traditional Islamic architecture and the Corinthian order.

Localização: Bahawalpur Cantt, Bahawalpur.

Timings: 9:00 AM to 9:00 PM. Moreover, a light show at Noor Mahal is usually held around 7:30 PM every Saturday and Sunday.

Entry Fee: Nenhum

Derawar Fort

Derawar Fort is one of the oldest forts in Pakistan

The sprawling Derawar Fort located about 100 kilometres south of Bahawalpur in Ahmedpur East is one of the oldest forts in Pakistan, dating all the way back to the 9 th century. Situated in the picturesque Cholistan Desert, this fort is one of the most popular tourist destinations in Punjab.

Visible for miles in the vast desert, this fort may appear as a dilapidating red-bricked structure at a first glance, but it boasts a rather long and interesting history. According to the experts, Derawar Fort was constructed back in the 9 th century as a tribute to King of Jaisalmer and Bahawalpur Rawal Deoraj Bhatti. Initially, it was called Dera Rawal, which gradually became Derawar. Then, in 1733, Nawab of Bahawalpur Sadeq Mohammad Khan I restored the fort to its current state before losing it. In 1804, Nawab Mubarak Khan reclaimed Derawar Fort, though it soon fell into the hands of the British army.

In 1733, Nawab of Bahawalpur Sadeq Mohammad Khan I took over and rebuilt the fort to how it looks like today. Nearly 15 years later, the Nawab lost Derawar Fort. However, Nawab Mubarak Khan reclaimed it in 1804 before the British forces invaded and captured it.

It is important to note that the fort is surrounded by brick walls spanning over an area of 1.5 kilometres with 30-metre-high bastions. Moreover, as per the archaeologists, the origin of some of the sites surrounding the fort have been traced to the Indus Valley Civilization.

Localização: Derawar Fort Road, Derawar, Bahawalpur.

Timings: Open 24 hours

Taxa de entrada: Nenhum

Rohtas Fort

Built by Sher Shah Suri, Rohtas Fort is considered one of the best examples of Islamic military architecture in the region

Yet another UNESCO World Heritage Site in Pakistan, the formidable Rohtas Fort is considered an epitome of military fortifications in the sub-continent. This virtually impenetrable fortress was built near the city of Dina in Jhelum District in 1541 under the orders of Pashtun King Sher Shah Suri, the founder of short-lived Suri dynasty.

This remarkably intact Rohtas Fort was constructed with an aim to prevent Mughal Emperor Humayun from invading the region following the Battle of Chausa, which he had famously lost. Owing to the fortress’ location atop an elevated hill on the Pothohar Plateau, the soldiers stationed there had a clear view of the passageway while allowing them to monitor the local Ghakkar tribe that was loyal to the Mughals.

The fortress, which has become a popular tourist attraction in Punjab, houses a small village that dates back to the era of the Suri Empire. The main complex is surrounded by four kilometres of fortified walls with 68 bastion towers and 12 gates. Also, it could hold up to 30,000 soldiers at a time.

UNESCO added Rohtas Fort to the list of World Heritage Sites in 1997 and described it as an “exceptional example of the Muslim military architecture of Central and South Asia.”

If you ever visit Jhelum, don’t forget to take a day trip to Rohtas Fort.

Localização: Rohtas Fort Road, Rohtas, Jhelum.

Timings: 08:00 AM to 09:00 PM

Taxa de entrada: PKR 20

Khewra Salt Mines

It is the second-largest reserve of edible salt in the world

Located in the city of Khewra, near Pind Dadan Khan, Khewra Salt Mines are among the most renowned tourist destinations in Pakistan, famous among both domestic and foreign travellers alike. Along with being the largest reserve of edible salt in Pakistan, it also enjoys the status of being the oldest as well as the second-largest salt mine in the world and attracts hundreds of thousands of visitors every year. It was discovered by the troops of Alexander the Great in 320 BC.

The Khewra Mines, which are famous for the production of pink Himalayan salt, is situated at an altitude of 288 meters and comprise more than 40 kilometres of tunnels. Moreover, the site has 19 levels, with only seven located above the ground and the rest below the surface.

To make the trip to Khewra Mines convenient for the visitors, the authorities have installed an electric mining train that transports one from the entrance of the mines to its main hall. The site also features impressive carvings of important landmarks, including the stunning replicas of Minar-e-Pakistan, the Great Wall of China, Badshahi Mosque and Sheesh Mahal, among others.

Owing to the fact that a lot of students and families with children visit the mines, a cafeteria has also been established on the premises. An Asthma Resort has also been set up there by the PMDC.

Localização: Khewra, Jhelum.

Timings: 9:00 AM to 6:00 PM

Entry Fee: PKR 200

Hiran Minar

Hiran Minar is one of the most famous picnic spots in Punjab

One of the most popular picnic places in Punjab, the spectacular Hiran Minar is located in the suburbs of Sheikhupura. Also known as the ‘Deer Tower,’ this vast complex was once served as a hunting retreat for Mughal Emperor Jahangir. It was constructed in 1606 in the memory of the king’s favourite pet antelope, Mansraj. Given its proximity to the then-imperial city of Lahore, the lush green surroundings of Hiran Minar provided the royals and noblemen with an opportunity to the sport of hunting without having to travel too far.

The tower itself is about 100 feet tall with 214 holes on its outer surface, where the king’s hunting trophies once used to hang. The outer walls of the structure also bear intricate calligraphy praising the pet antelope. Furthermore, there is an enormous water tank right in front of Hiran Minar, from where a stone pathway connects the land to a lavish hunting pavilion called “baradari,” which was built for the emperor and his guests to rest during the excursion.

Meanwhile, the green belt surrounding the game-reserve was used as a hunting ground. To this day, Hiran Minar is one of the most peaceful tourist destinations in Punjab owing to its landscape and the thinly populated area.

Localização: Hiran Minar Park Road, Sheikhupura

Timings: 8:00 AM to 8:00 PM

Taxa de entrada: Nenhum

So, which of these tourist attractions in Punjab are you planning to visit next?


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