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Taft e o Extremo Oriente

Taft e o Extremo Oriente

Os objetivos do presidente Taft no Extremo Oriente eram proteger a integridade territorial da China e promover a política de Portas Abertas. Na base desses objetivos estava o desejo de promover os interesses comerciais americanos; uma preocupação altruísta com os chineses era secundária, na melhor das hipóteses. O desejo de Taft de ver os empresários americanos competindo contra os britânicos e outros na China não atraiu muito apoio na comunidade empresarial, cujos líderes viam os mercados como distantes e os riscos imensos. 1911 Taft, auxiliado pelo persistente Secretário de Estado Philander C. Knox, convenceu JP Morgan a liderar um consórcio de investidores para ajudar na construção de uma ferrovia no centro e sul da China. Grã-Bretanha, Alemanha e França eram os outros parceiros e se ressentiam profundamente do florescente interesse dos americanos. Um segundo empreendimento ferroviário também resultou em sentimentos de rixa. Theodore Roosevelt havia trabalhado para acalmar as tensões com os japoneses, reconhecendo informalmente sua posição na Manchúria. Tanto os russos no norte quanto os japoneses no sul estavam ativamente construindo ferrovias. Ao contrário da situação na China central, os empresários americanos queriam se envolver na Manchúria. Esse plano americano maltratado logo desmoronou. A diplomacia do dólar no Extremo Oriente foi um fracasso do governo Taft. No esforço de promover os interesses americanos, os Estados Unidos conseguiram ofender a Grã-Bretanha, França, Alemanha, Japão e Rússia.


Assista o vídeo: Documental: Historia del Arte Universal: Extremo Oriente Parte China (Janeiro 2022).